Após revolucionar a indústria, será ele o grande vilão da sustentabilidade?
Logo após a descoberta de seu potencial para ser utilizado em diversos setores da vida cotidiana no século XX, o plástico revolucionou a indústria e apresentou inúmeras possibilidades comerciais devido aos benefícios que oferece, como resistência, segurança e higiene, superando outras matérias-primas nesses quesitos.
A verdade é que hoje esse material está presente no dia a dia de pessoas em todo o mundo, e muito se fala sobre seus possíveis danos à saúde e ao meio ambiente. Mas será mesmo ele o grande vilão da sustentabilidade? Pensando nisso, a Lar Plásticos preparou uma lista de fatos e fakes sobre esse material para esclarecer de vez essas dúvidas. Confira!
Fatos e fakes sobre o plástico
O plástico é um material tóxico.
NÃO. A grande maioria dos materiais plásticos é bioquimicamente inerte, ou seja, não sofre alterações em contato com outras substâncias. Portanto, não se torna tóxico nem prejudicial à saúde.
Reciclar plástico economiza energia.
SIM. O processo de reciclagem do plástico reduz significativamente o gasto de energia e o uso de recursos naturais, já que a produção a partir da matéria-prima virgem demanda muito mais energia. Segundo estudo da Universidade de Stanford, uma tonelada de plástico reciclado economiza 5.774 kWh de energia e 16,3 barris de petróleo.
É possível acabar com o plástico e manter o estilo de vida atual.
NÃO. Pesquisa da Universidade Heriot-Watt, no Reino Unido, demonstrou que abolir o plástico causaria um grande impacto na vida como a conhecemos. Substituí-lo resultaria em custos de produção mais elevados e maior consumo de energia e outros recursos, como a água.
O plástico removido do oceano pode ser reciclado.
SIM. Já foi comprovado que materiais plásticos retirados dos oceanos podem ser destinados à reciclagem para a produção de novos itens, reduzindo a poluição marinha e a extração de recursos naturais.
Aquecer alimentos em recipientes plásticos no micro-ondas causa doenças.
NÃO. A legislação da vigilância sanitária brasileira, determinada pela ANVISA, estabelece que esses produtos não devem liberar substâncias tóxicas ou contaminantes que ofereçam riscos à saúde. Mesmo sob altas ou baixas temperaturas, o plástico permanece inerte, sendo amplamente testado antes de chegar ao consumidor.
Reciclar o plástico gera empregos.
SIM. Segundo a Fundação Friedrich Ebert Stiftung, a cada mil toneladas de material reciclado são criados, em média, cinco empregos, gerando benefícios sociais e econômicos.
Reciclar o plástico é caro e gera prejuízos.
NÃO. Pelo contrário. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), se todo o plástico utilizado no Brasil fosse reciclado, cerca de R$ 5,7 bilhões retornariam para a economia do país.
Fato extra: a gestão do plástico não é simples
A gestão do plástico no mundo não é simples, pois demanda a atuação conjunta de todas as esferas da sociedade. Ainda assim, é possível afirmar que uma gestão adequada vale a pena e gera benefícios diretos para todos.
Pensando nisso, a G Plásticos se posiciona como uma plataforma de transformação sustentável e produz cerca de 95% de seus itens com insumo plástico reciclado, ampliando a circularidade desse material e minimizando impactos negativos ao meio ambiente, seja pela redução da exploração de recursos naturais ou pela destinação correta dos resíduos.






